quinta-feira, 14 de maio de 2009

GRUPO DE ESTUDOS EM SOLOS AGRÍCOLAS (GESA) REALIZA PESQUISA NO IFMG – CAMPUS BAMBUÍ

O Grupo de Estudos em Solos Agrícolas procurando ampliar seus horizontes e estimular seus associados à produção científica está desenvolvendo o projeto de pesquisa “Efeito da Aplicação de diferentes doses de calda bordalesa para o controle do fundo preto”, no setor de olericultura do IFMG – Campus Bambuí, sob cultivo protegido, na Estufa I, os alunos envolvidos na pesquisa são: Adenilson Martins Caixeta; Breno Geraldo Rabelo Lebron; Diego Henrique Miranda; Fernando Bruno Xavier; Guilherme E.G. Moreira Maluf; Jefferson Ricardo da Costa; João Pedro Bernardes Faria e Urbano T. Guimarães e Silva, orientados pelo Prof. Dr. Fábio Pereira Dias.
O tomate é uma das hortaliças mais consumidas no Brasil, sendo rico em licopeno, agente anticancerígeno, vitaminas A e do complexo B, além de minerais essenciais para alimentação como fósforo, potássio e Cálcio.
Porém um dos problemas que mais vem preocupando os produtores de tomate nos dias atuais são as alterações fisiológicas que surgem no fruto devido a deficiências nutricionais, no centroeste de Minas Gerais, um dos maiores problemas tem sido o surgimento do fundo preto, causado pela deficiência de cálcio. Segundo Silva et. al. (2000), fatores como irregularidade no fornecimento de água, altos níveis de salinidade, uso de cultivares sensíveis, altos teores de nitrogênio, enxofre, magnésio, potássio, cloro e sódio na solução do solo, pH baixo, utilização de altas doses de adubos potássicos e nitrogenados – principalmente as fórmulas amoniacais – e altas taxas de crescimento e de transpiração contribuem para o aparecimento do sintoma.
Devido a este problema, este trabalho tem por objetivo avaliar se a utilização de calda bordalesa tem eficiência na prevenção do surgimento do fundo preto, devido à concentração de cálcio presente na cal, diminuindo-se os gastos com aplicação de adubos foliares ou nitrato de cálcio.